terça-feira, 14 de abril de 2015

Use seu poder de escolha!

Você compra iogurte crente que está levando para sua família um alimento saudável, só que não é bem assim... Muitas substâncias são acrescidas para conservar, dar cor, aroma, consistência, e isso pode virar um prejuízo para a sua saúde. Prefira iogurtes sem conservantes, sem corantes, adoçados só com o açúcar da fruta. É a melhor opção e é também uma escolha de poder.
Afinal, se dá para produzir sem conservantes, aromatizantes, corantes, emulsificantes e adoçantes, por que ainda nos vendem iogurtes cheios de substâncias artificiais? Porque compramos...

Na prateleira, Rio de Janeiro, 2015, , de Beatriz Carvalho Diniz
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Quando mais somos humanos

Os animais agem por instinto de sobrevivência. Dizemos que são selvagens. Tudo que eles fazem tem um objetivo simples: viver, manter vivas as crias, perpetuar linhagens. Quando uma pessoa faz algo terrível, violento, falamos: que animal! Será mesmo? Parecemos selvagens quando agimos por instintos distintos da sobrevivência, com egocentrismo, ganância, mesquinharia, apegos, o que nos diferencia dos animais e sua inocência natural. Nem selvagem nem animal, humano...

Foto Pequeno felino, Rio de Janeiro, 2015, de Beatriz Carvalho Diniz [copyleft, faça bom uso sem fins comerciais]

“Nós somos bem mais do que sabemos que somos” [Eduardo Galeano]


sexta-feira, 10 de abril de 2015

Faça amizade com as árvores

Foto Olhando para o céu,  Lagoa , Rio de Janeiro, 2015, de Beatriz Carvalho Diniz
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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Faça Paz...

Expresse suas opiniões respeitando as opiniões alheias. Diga o pensa, mas, pense antes de falar. Aceitar a opinião dos outros não significa que você concorda e sim que você é capaz de dialogar.
Respire a liberdade com tolerância, não faça com os outros aquilo que você não gostaria que fizessem com você. No grito e na porrada não saímos do lugar, não mudamos nada, andamos para trás.
Faça Paz no seu cotidiano...
Foto Paz no muro, de grafite lindo em Copacabana, Rio de Janeiro, 2015, de Beatriz Carvalho Diniz
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Prefira orgânicos!


quarta-feira, 8 de abril de 2015

O amor move o melhor no mundo

Não canso de ver Slumdog Millionaire [Quem quer ser um milionário]. No filme indiano está a síntese  e o detalhamento do nosso mundo através do micro universo de Jamal Malik. O mundo em que vivemos é assim, cheio de injustiças, solidões, misérias, de crueldades motivadas pelo interesse dos seres humanos pelo dinheiro. Muitos de nós não imaginamos o que as pessoas são capazes de fazer, infamemente, por dinheiro. O que motiva Jamal, e o torna um milionário, é o amor - o dinheiro é apenas um instrumento para quebrar o ciclo de injustiça, solidão, miséria.

O amor move o melhor no mundo. O dinheiro, não necessariamente. 

Foto Grafite no Estácio, Rio de Janeiro, 2015, de Beatriz Carvalho DIniz [Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 3.0 Brasil - Faça bom uso sem fins comerciais] 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Enquanto isso, na vida real { a indústria da 'tragédia das chuvas'

Vamos que vamos transferindo nossas responsabilidades também para fenômenos naturais. Chuva castiga municípios. Chuva causa mortes. Chuva causa tragédia. Chuva mata. Ôpa, ôpa, ôpa, não é bem assim. Chove desde que o mundo é mundo, não canso de repetir.

E tenho certeza que posso também repetir ecos lógicos que já redigi sobre as tragédias anteriores causadas pela irresponsabilidade das ôtoridades eleitas para administrar e fiscalizar as administrações públicas.

As ôtoridades não efetivam alternativas para as pessoas moram em áreas de risco, não fazem projetos técnicos para captar os tão divulgados recursos federais, não investem em prevenção, não preparam os municípios e seus moradores para os fenômenos naturais sazonais [que todo ano ocorrem na mesma época, só que agora a cada ano mais fortes]. As pessoas ocupam encostas, fazem das margens de rios o quintal de suas casas, desmatam, desafiam a geologia, a lei da gravidade, a lógica do retorno, fazem o que querem do jeito que podem. Está criada a indústria da 'tragédia das chuvas'.

Ôtoridades, e também empresários, são capazes de desviar dinheiro público destinado à 'tragédia', mas, são incapazes de trabalhar na decência de fazer o certo [antes, com planejamento, na técnica, com a tecnologia disponível, com educação para a população]. E as ôtoridades ainda faturam a cada 'tragédia' com suas aparições para anúncios de verbas e mais verbas [que não chegam nunca, vão para um ou dois estados conforme a vontade de ministro ou são simplesmente desviadas], com frases de consolo, lamentação e, claro, reclamações e promessas.

Terminei de escrever, abri o Globo on line e tá lá um reclamando do outro: http://oglobo.globo.com/rio/secretario-obras-de-recuperacao-da-br-356-foram-malfeitas-3591334

Tema pra 'inglês ver' ou mais uma no paraíso do 'me engana que eu gosto'

Vi matérias anunciando que o tema da festa de reveilon na praia de Copacabana seria sustentabilidade, e pensei: Ahan...é apenas o tema, claro.

Lembrei que na última vez em que passei o ano na ‘princesinha do mar’ no caminho até o metrô o que mais tinha era lixo [e como os ambulantes estavam proibidos na orla, nas ruas perpendiculares era de assustar a quantidade de latonas de milho, ervilha, os baldes de molho ketchup, etc.].

Duvidei que no tema sustentabilidade estivesse incluído o estímulo ao uso de lixeiras, a colocação de lixeiras gigantes, a distribuição de sacos para os ambulantes recolherem seu lixo devidamente ou qualquer outra ação de relevância no cotidiano [de fundo educativo e de sensibilização para mobilização] e não pontual [como doar as lonas dos palcos para reciclagem]. Até porque população e administradores públicos estão acostumados com a comodidade do pagar pouco [menos que o piso da categoria] para os garis recolherem o que jogamos fora em qualquer lugar, inclusive, a imundície que fazemos nos grandes eventos.

O lixo largado no principal destino brasileiro para virada de ano vira pauta na imprensa e dá visibilidade para a nossa falta de educação [e higiene] e de responsabilidade. Não me dei ao trabalho de ler as matérias sobre a sujeirada em Copacabana, não sei se em alguma delas foi feita a relação do lixo largado com o tema propagandeado [sustentabilidade] e o que representaria aplicar o conceito temático na logística de limpeza do evento [que se relaciona com as de segurança e saúde - pessoas se cortam com cacos de vidro na areia, na calçada, na rua por acidente ou briga].

Enquanto isso, na vida real { precisa poluir para celebrar?

Vamos que vamos transferindo nossas responsabilidades para objetos inanimados. Depois do reveilon, por exemplo, a praia de Copacabana amanheceu 'castigada pelo lixo'. Hein?!?

Como assim, o lixo castigou a praia? O lixo se jogou por ele mesmo nas águas do mar, nas areias. O lixo se espalhou sozinho por calçadas, jardineiras e ruas. Mas que danado!, o lixo fez mó imundície enquanto nós, santinhos, celebrávamos a passagem de ano.

Não foram as pessoas que celebraram poluindo desbragadamente e castigaram Copacabana com toneladas de lixo?

O sujeito responsável por castigar a praia não é o lixo. A praia de Copacabana amanheceu castigada pelas pessoas que a entulharam de lixo na passagem de ano. Escolhemos um lindo ambiente para celebrar e celebramos largando lixo por todo o lugar [mar, areia, calçadas, ruas, bueiros, jardineiras].

Siga o link para saber quantas toneladas de lixo as pessoas largaram em Copacabana em celebração ao novo ano: http://oglobo.globo.com/rio/praia-de-copacabana-amanhece-castigada-pelo-lixo-apos-reveillon-3546632

estamos em 2012...

Hohoho, chegou mais um Natal. Compramos muitos presentes, lotamos as lojas, em nome do nascimento de Jesus. Veio mais um novo ano, e eis que estamos em 2012. Repetimos frases feitas sobre realizações e etc., esperamos que o ano por ser novo nos traga tudo que desejamos. É tempo de mesa farta, muita comida. Bom, Jesus não nasceu dia 24 e nem é fã do consumo compulsivo de comida e bens materiais. Tão pouco morreu na cruz o coitado para destruirmos as criações de Deus a título de suprirmos nossas futilidades.

Depois das festas o que sobra são montanhas de lixo e as pessoas voltam para a rotina de cobiça, individualismo e aparência de status. Passa ano, entra ano, e continuamos nessa enganação de parecermos bonzinhos no período de festas para que o advento de mudança no calendário mude tudo que cabe a nós mudar com nossas escolhas cotidianas. Somos folgados. E fazemos questão de ignorar os ciclos da natureza, era o solstício de inverno que se comemorava nessa data que chamamos de Natal, as pessoas trocavam presentes que elas mesmas faziam. Eram pagãs, não pagavam pela fé, não se endividavam para homenagear em alguns dias aquilo que esqueceriam nos dias restantes, acreditavam no que viam a natureza fazer e desfazer a cada estação, e assim conheciam os períodos de pujança e de rigor e para eles se preparavam, celebrando as passagens do tempo e dos elementos naturais.

Pois eu desejo que em 2012 sejamos capazes de fazer o que desejamos para os outros, para nós e para o novo ano. E que tenhamos também a sorte, se não a educação e a civilidade, de sacar  que tudo que se quer está sob nossa responsabilidade, que tudo que se obtém resulta de nossas escolhas, que tudo que se deseja realizamos no cotidiano com a graça do livre arbítrio. Temos saúde, com certeza, ao optarmos por cuidar dela. Temos paz, amor e alegria, sem dúvida, ao darmos paz, amor e alegria, e quando oferecemos paz, amor e alegria nos momentos de conflito, raiva e tristeza. Temos dinheiro trampando e poupando, por mais que seja difícil, já que pagamos impostos extorsivos e somos explorados e roubados sem nem sabermos. Sorte, muita sorte, para que as pessoas, com suas sacações de atitude, tragam para o ano de 2012 tudo de bom no mundo!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Tipo assim os outros que se danem...

Costumo ver os telejornais matutinos diariamente. Me assustei ao ver, na Rede Record, uma 'matéria' sobre o preconceito da Rede Globo contra os evangélicos, porque foi noticiado que o mega evento causou transtornos na cidade do Rio.
Não é preconceito, houve transtorno mesmo. Eu fiquei presa quase 1 hora num engarrafamento na Lagoa e não foi difícil associar a lentidão no trânsito ao evento na Praia de Botafogo. Bastava olhar para a pista e ver as centenas de ônibus fretados.
Imaginei o lixo que ficaria ao redor do culto. Não deu outra: 55 toneladas de lixo. No dia seguinte, nas ruas próximas à praia, era notável o lixo espalhado.
O dono da igreja que realizou o evento afirma que ninguém impedirá que se repita. Isso quer dizer que o religioso insufla seus fiéis a não respeitarem a lei e não se importa com a ordem pública?
Avaliar, e corrigir, a logística do evento não seria mais apropriado?
Com todo respeito às religiões, mas, fé não estaciona em local proibido nem faz milagre largar lixo no chão.
http://bit.ly/aPkPeH

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Tudo que o reizinho mandar...

"Estatais garantem Belo Monte" é um dos títulos de capa de O Globo do sábado, 17 de abril. Contra tudo que é legal e contra todos que são técnicos, o presidente do nosso país quer porque quer a construção do belo monstro brasileiro: que seria a terceira maior hidrelétrica do mundo, no rio Xingu, na Amazônia.
A iniciativa privada não se interessa em investir? Põe aí as estatais.
Os bancos privados, signatários e cumpridores do Protocolo Verde, não financiam obras grandiosas com negativos impactos ambientais e sociais mais grandiosos ainda? Põe aí o BNDES pra financiar 80%.
O IBAMA não liberou a licença? Põe lá outro na direção de licenciamento e libera sem todos os estudos necessários.
O presidente quer, o governo manda, nós pagamos...Isso é mesmo democracia?
Miriam Leitão nos revela bastidores do licenciamento de Belo Monte, uma concessão de riscos: http://bit.ly/ba1M05